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mumtazi:

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sonhosdesperdicados:

Jesse e Sarah estão sentados em uma mesa redonda, comendo macarrão a carbonara, mantendo uma pequena distância, de acordo com a posição em que cada um está, um de frente para o outro. Ambos permanecem calados enquanto comem, apenas levando o macarrão enrolado em um garfo até suas próprias bocas. Eles dão pequenas pausas para encarar um e ao outro, descansando o garfo no prato, e levantando a cabeça lentamente, e fixando os olhos atentamente. Quem estivesse sendo observado ria mesmo sem olhar para a cara do parceiro, pois sabia que as caretas engraçadas o faria soltar uma daquelas gargalhadas soltas. A sintonia entre esses dois era inescapável. Eles sorriam timidamente quando seus olhos se encontravam, e após olhavam para baixo com um sorriso no rosto, como se fossem dois adolescentes se paquerando em um primeiro encontro.

No rádio está tocando a música deles. Sarah tenta se segurar para não cantá-la, mas a letra parecia passar legendada em sua cabeça. A voz baixinha de Sarah surge, Jesse a encara e sorri virando o seu rosto para o lado, aquele rosto tímido tinha um jeito malandro agora, esse fora o rosto que Sarah viu pela primeira vez a alguns anos atrás.

Sarah enrola o macarrão em seu garfo, levando-o até sua boca. Pausa. Coloca o garfo que ainda mantinha segurado pelos seus dedos - indicador, polegar e médio -, deitado em cima do prato, e pega um guardanapo que estava embaixo dele, e limpa sua boca suavemente. Sarah coloca o guardanapo em cima do  prato, esse que estava amarrotado agora, e logo após move a sua mão até o copo de água que estava em sua frente, levanta-o cuidadosamente até a sua boca e tomando um pequeno gole, colocando-o sobre a mesa novamente.

Jesse dá um sorriso tímido. Enrola o macarrão em seu garfo e leva-o até sua boca, e a olha. Ele sorri novamente, pega o guardanapo e limpa sua boca, mantendo o mesmo sorriso em seu rosto ainda, olhando para baixo, e olhando para ela. Sarah o encara desconfiada e sorrindo, e então pergunta:

- O que foi?

- A sua boca está suja de molho branco.

Ele sorri e a vê pegar o guardanapo rapidamente. Sarah limpa sua boca, e então levanta o seu dedo indicador até a sua boca, fazendo movimento circulares sob esta, insinuando se está limpa agora. Ele sorri de um jeito engraçado, e isso a faz sorrir junto.

- Deixa que eu limpo.

Ele pega o guardanapo das mãos dela, e toca-o levemente aos lábios  e queixo de sua amada. Em seu rosto dava para notar uma covinha toda vez que ele sorria, e o brilho em que nascia em seus olhos, o que é bastante encantador. Ele joga o guardanapo no prato de Sarah e fica a encarando sério, e aproxima-se de seus lábios. Os olhos então fecham, e os lábios tocam-se suavemente um no outro, a mãos seguravam o rosto dela delicadamente, e eram frias. Sarah sorri, enquanto encerra o beijo. Pega as mãos dele que ainda permaneciam em seu rosto e aperto-as entre a sua própria mão, tentando aquecê-las. Beija-o novamente, dando pequenas pausas e sorrindo. Ele então se afasta, olha para baixo meio sério, e diz:

- Tenho uma coisa pra te falar.

Sarah olha para ele preocupada, afastando o sorriso de seu rosto. As mãos deles ainda mantinham-se unidas, e dessa vez pareciam ainda mais apertada, o que a preocupava.

- O que houve?

Ele olha para o lado, para o chão, e a olha. Faz o mesmo movimento umas duas ou três vezes, e então respira fundo e diz:

- Eu… menti pra você.

Sarah larga um pouco a mão dele e olha para o lado. Respira fundo e apenas o encara, esperando uma resposta mais completa. Então ele diz:

- Sua boca não estava suja. 

Jesse sorri e dessa vez seu rosto parecia se abrir mais. O brilho em seus olhos surgiam, a covinha ia aparecendo dando sintonia ao sorriso, seus dentes brancos viam logo em seguida, e o sorriso encantador por qual ela se apaixonara estava no rosto de quem ela ama. Sarah sorri para ele, e da-lhe um tapa fraquinho. Ele segura a mão dela e encara seus lábios, aproximasse novamente, beijando-os suavemente. Ele encerra o beijo com um sorriso e um toque leve entre seus lábios, sorri para ela mantendo o rosto ainda aproximado, e pega as mãos dela, e olha em seus olhos dizendo:

- Eu só quero que saiba, eu vou mentir para o mundo inteiro e pra você diversas vezes, mas não porque quero enganá-la ou ferir seus sentimentos. Eu irei mentir todas as vezes que forem possíveis, só para poder cuidar de você. Só isso. Eu a amo, a amo, e não posso dar-me o luxo de viver esse romance afastando-me aos poucos de você. Não, eu não quero ser um desses casais que brigam ou que ao passar dos anos deixam de se amar. Eu não quero ser um desses casais que chegam do trabalho e deitam em suas camas, e viram-se para o lado e dormem. Eu quero segurar a sua mão quando deitar-me na cama ao seu lado a partir de agora, quero encará-la silenciosamente por uns minutos apenas apreciando o seu lindo rosto, quero beijar seus lábios lentamente e ir aumentando o ritmo aos poucos, quero fazer sexo e amor ao mesmo tempo com você. Eu quero cantar ao seu lado mesmo que sejamos desafinados, quero levá-la a um restaurante e fingir ser o nosso primeiro encontro, eu quero fingir estar brabo com você só pra lhe mostrar que eu estou nessa pra valer, eu quero implicar com você como se fosse um adolescente birrento só para fazê-la rir. Eu quero dar-lhe a chance de ser feliz ao meu lado, e nunca fazê-la duvidar disso. Eu quero cuidar de você, ninar você em meus braços, quero amá-la cada dia mais e mais. E eu prometo nunca soltar a sua mão, mesmo que sejamos dois idosos em uma cadeira de balanço e com mãos tremulas. Mesmo que isso doa. Eu não me importo, porque eu a amo, e o amor foi feito para ser apreciado e não desperdiçado com os anos. Eu sempre vou cuidar de você.

Daiane Ribeiro (Sonhos Desperdiçados)

Em 26/07/2014 Via | 107 | (Reblog this)
À noite, as lembranças vinham.
A dor alfinetava.
As lágrimas surgiam.
A esperança aliviava.
E a falta de sono entristecia.
Era um pequeno ciclo vicioso que eu enfrentava todos os dias.
A madrugada era ainda pior,
Porque eu sentia-me invencível, e não era.
E a manhã, quando o sono vinha, era um alivio,
Ao saber que iria me desligar por algumas horas.
— Daiane Ribeiro (Sonhos Desperdiçados)
Em 26/07/2014 Via | 114 | (Reblog this)
Ela só queria ser feliz, mas ninguém a entendia. Ela tinha um jeito engraçado, um jeito meio esquisito, um jeito que ninguém conseguia ser. Ela era ela. E não precisava de ninguém para provar isso ou para fazê-la ver o quanto era bela. Ela tinha um coração tão grande, um sorriso tão sincero em seu rosto, uma alma tão serena e pura, os olhos de menina ingênua, o corpo de uma garota crescida. Não sei como o mundo não a via como ela devia ser vista. Uma pessoa assim merecia ser notada e admirada, e não esquecida por onde passava. Ela está por aí agora, lendo algum livro ou escutando música, caminhando sozinha ou acompanhada de poucas pessoas. Ela está vivendo em seu próprio mundo, esperando alguém vir salvá-la.
— Daiane Ribeiro (Sonhos Desperdiçados)
Em 26/07/2014 Via | 209 | (Reblog this)

Her

Em 18/07/2014 Via | 2467 | (Reblog this)
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